Não ao Bullying: pela igualdade baseada em nossas diferenças

“Nosso caráter, basicamente, é composto pelos hábitos, que desenvolvemos. Plante um pensamento, colha uma ação; plante uma ação, colha um hábito; plante um hábito, colha um caráter; plante um caráter, colha um destino.”

Stephen R. Covey

 

O projeto desenvolvido no Colégio Paulo de Tarso pelos professores Wellington e Celso com os alunos do Fundamental II, tem por objetivo reconhecer o conceito de bullying, refletir sobre as causas e as consequências dessa prática no ambiente escolar, buscando soluções para erradicação do problema.

O Projeto tem as etapas previstas:

  • Discutir o respeito às diferenças e importância do respeito ao próximo.
  • Elaborar propostas de intervenção: Ciclo de palestras e Estatuto antibullying.
  • Estimular lideranças positivas entre os alunos.
  • Quebrar paradigmas ineficazes como o ganha-perde.
  • Reconhecer onde termina a brincadeira e começa a agressão.
  • Refletir sobre as consequências da prática do bullying.

O trabalho foi elaborado a partir da premissa de que a escola, ao abordar a temática de forma eficaz, sistemática e consciente, dará condições aos seus alunos e respectivos pais ou responsáveis de refletir sobre o tema, de quebrar paradigmas e preconceitos e, por conseguinte, de ampliar o bom relacionamento interpessoal e, acima de tudo, tratar o próximo com respeito e igualdade, independentemente de suas diferenças físicas, sociais e cognitivas.

Veja o depoimento da aluna Luana do 8º ano:

“Na vida estudantil de um aluno, o lugar onde ele passa o maior tempo de sua vida é na escola. A adolescência é um período difícil para muitos jovens, é um período de insegurança, dúvidas de formação de personalidade, mas às vezes essas dificuldades quando não são acompanhadas de perto, ou no caso de algumas decorrências de bullying, podem deixar a pessoa triste, oprimida e ainda mais para “baixo” desencadeando consequências no futuro.

E então é aí que aparece a importância e a necessidade de um projeto antibullying em um colégio. Os estudantes precisam sentir que não estão sozinhos, que podem e têm a segurança do colégio. E que quando eles precisarem ou pensarem em recorrer a equipe que forma esse projeto, eles terão um retorno e seus problemas poderão ser resolvidos.

É isso que os alunos querem e precisam. Que eles possam ser tratados com atenção e os cuidados necessários sem perder sua privacidade e que quando eles precisem de uma base, ou de uma dose de segurança, que um projeto como esse , possa ser o ombro onde eles consigam se apoiar e além de tudo confiar.

E que o projeto possa ser o incentivo que eles precisam para continuar e enfrentar esses problemas.”

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